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Iberdrola investe 3.250 milhões de euros em energias renováveis até 2010 12 Fevereiro, 2007

Posted by Luis Matos in Energia, Notícias.
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A Iberdrola, que detém 9,5% da Energias de Portugal, vai investir 3.250 milhões de euros em energia renovável durante os próximos três anos e prevê atingiu uma potência de 7 mil mega watts em 2009, mais 84% que em 2005.

Em comunicado, a eléctrica espanhola revela que vai investir cerca de 3.250 milhões de euros em energias renováveis durante os próximos três anos. A empresa prevê alcançar os sete mil mega watts de potência renovável até 2009, dos quais 6.521 mega watts (mW) correspondem a energia eólica e 1.450 são produzidos fora de Espanha, ou seja 21% do total.

Em 2006, a Iberdrola alcançou 4.434 mW de potência renovável, o que representa uma subida de 16,4% face ao ano anterior, dos quais 4.102 mW provêem de energia eólica (440 fora de Espanha) e 332 de centrais mini-hídricas.

Pesquisa de petróleo na Costa Vicentina custa 26 milhões de euros em quatro anos 5 Fevereiro, 2007

Posted by Luis Matos in Energia, Notícias.
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As explorações de petróleo na Costa Vicentina, a realizar por um consórcio liderado pela empresa australiana Hardman Resources e no qual participam a Galp Energia e a Partex, vão representar um investimento global de 34 milhões de dólares (26 milhões de euros, ao câmbio de ontem) nos próximos quatro anos.

“O investimento por bloco é de 11,2 milhões de dólares nos primeiros quatro anos”, disse ao Jornal de Negócios o vice-presidente da Galp Energia. Fernando Gomes falava no final da assinatura do contrato de mecenato entre a Galp e a Fundação de Serralves, no âmbito do qual a Galp se torna mecenas oficial do Parque de Serralves, garantindo uma contribuição de 450 mil euros nos próximos três anos.

Sobre os contratos assinados ontem com o Governo português para prospecção de petróleo em três blocos na costa alentejana, Fernando Gomes esclareceu que a primeira fase do trabalho, nos primeiros quatro anos, “não dará origem a actividade visível”.

Só depois desse primeira fase e de um investimento global próximo de 34 milhões de dólares, é que serão tomadas decisões sobre a continuação ou não das pesquisas nos quatro anos seguintes. Recorde-se que as concessões assinadas com o Governo português têm a duração de oito anos, e 30 anos, com possibilidade de prorrogação por 15 anos adicionais, para a fase de produção, se ela vier a acontecer.

Segundo Fernando Gomes, as intenções de exploração da empresa australiana decorrem de ter sido avaliado que “haveria algumas possibilidades de encontrar hidrocarbonetos com possibilidades de exploração comercial” na costa alentejana. A Hardman Resources tem 80% do consórcio, ficando os parceiros portugueses cada um com uma parcela de 10%.

in: Jornal de Nogócios