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Lucros da Volvo sobem 24% no último trimestre de 2006 8 Fevereiro, 2007

Posted by Luis Matos in Automóvel, Notícias.
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Os lucros da Volvo subiram 24% no quarto trimestre de 2006 com o aumento da procura nos países do leste europeu. Nos Estados Unidos, a venda de camiões da marca sueca aumentou antes de ter entrado em vigor, a 1 de Janeiro de 2006, a nova legislação de emissões que vai tornar os veículos mais caros.

O resultado líquido da marca sueca subiu de 2,98 mil milhões de coroas suecas (cerca de 329 milhões de euros), no último trimestre de 2005, para os 3,69 mil milhões de coroas suecas (407 milhões de euros), abaixo dos 3,8 mil milhões de coroas suecas estimados pelos analistas contactados pela Bloomberg.

Esta subida é explicada pelo aumento da procura nos países do leste europeu e nos Estados Unidos, antes da entrada em vigor da nova legislação de emissões. A nova lei entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2006 e exige que os automóveis usem uma tecnologia limpa. “A procura nos EUA vai diminuir durante os primeiro seis meses de 2006”, garante Leif Johansson, presidente executivo da Volvo.

Em 2006, o grupo sueco conseguiu um contrato de entrega de mil camiões para a companhia húngara Waberer Optimum Solution e de 300 para a unidade russa da Coca-Cola.

in: Jornal de Negócios

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Automóveis Chineses a caminho de Portugal 6 Fevereiro, 2007

Posted by Luis Matos in Automóvel, Governo, Notícias.
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Durante a recente visita do Primeiro Ministro José Socrtes à China a Hipogest assinou um contrato de importação exclusivo com a BYD, uma das maiores marcas Chinesas de Automóveis.

O acordo abrange Portugal e Angola e prevê a colocação dos primeiros veículos à venda em 2008. Será establecida uma rede de mais de 30 stands por todo o país para comercialização e assistência da marca. Hipólito Pires, empresário que dirige a Hipogest, já anunciara a sua intenção de importar viaturas da China para distribuição em Portugal, África e Brasil, tendo mesmo iniciado negociações com a Geely. Contudo é com a BYD que os automóveis Chineses chegam ao nosso país.

Reforma do IA pode causar problemas na cobrança fiscal 10 Novembro, 2006

Posted by Luis Matos in Automóvel, Impostos, Notícias.
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A reforma dos impostos no sector automóvel não deve transferir todo o peso tributário da fase da matrícula (como sucede hoje) para a fase de circulação. Segundo Manuel Teixeira Fernandes, fiscalista e ex-membro do Grupo de Trabalho da Reforma da Tributação Automóvel ( 2001/2002), não deve atirar-se para os anos de utilização do automóvel mais do que 40 a 50% da actual carga tributária, paga sobretudo no momento de aquisição.

A reforma dos impostos no sector automóvel não deve transferir todo o peso tributário da fase da matrícula (como sucede hoje) para a fase de circulação. Segundo Manuel Teixeira Fernandes, fiscalista e ex-membro do Grupo de Trabalho da Reforma da Tributação Automóvel ( 2001/2002), não deve atirar-se para os anos de utilização do automóvel mais do que 40 a 50% da actual carga tributária, paga sobretudo no momento de aquisição.

Esse é o limite de referência, no entender do fiscalista, a partir do qual se pode entrar em risco de falta de cobrança fiscal.