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Reforma do IA pode causar problemas na cobrança fiscal 10 Novembro, 2006

Posted by Luis Matos in Automóvel, Impostos, Notícias.
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A reforma dos impostos no sector automóvel não deve transferir todo o peso tributário da fase da matrícula (como sucede hoje) para a fase de circulação. Segundo Manuel Teixeira Fernandes, fiscalista e ex-membro do Grupo de Trabalho da Reforma da Tributação Automóvel ( 2001/2002), não deve atirar-se para os anos de utilização do automóvel mais do que 40 a 50% da actual carga tributária, paga sobretudo no momento de aquisição.

A reforma dos impostos no sector automóvel não deve transferir todo o peso tributário da fase da matrícula (como sucede hoje) para a fase de circulação. Segundo Manuel Teixeira Fernandes, fiscalista e ex-membro do Grupo de Trabalho da Reforma da Tributação Automóvel ( 2001/2002), não deve atirar-se para os anos de utilização do automóvel mais do que 40 a 50% da actual carga tributária, paga sobretudo no momento de aquisição.

Esse é o limite de referência, no entender do fiscalista, a partir do qual se pode entrar em risco de falta de cobrança fiscal.

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